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2018/04/23
AUTARCA TABUACENSE DEFENDE QUE HÁ POTENCIALIDADES MAS FALTA O INVESTIMENTO

O Presidente da Câmara de Tabuaço esteve na 4ª edição do Fórum Internacional das Comunidades Inteligentes e Sustentáveis onde defendeu as potencialidades e características únicas do concelho mas onde é difícil estar a mesmo nível das grandes cidades, acima de tudo por falta de investimento de privados e do Governo.

O Presidente a Câmara Municipal de Tabuaço foi um dos oradores do Fórum Internacional das Comunidades Inteligentes e Sustentáveis, que decorreu em Braga. Nesta 4ª edição, sob o lema “Enfrenta o Desafio”, realidades distintas entre a Região do Alto Minho e Douro estiveram em evidência. Confrontado com o pressuposto que os concelhos menos populosos poderão vir a demorar mais tempo que as cidades a alcançar um futuro assente a tecnologia, o autarca Tabuacense deixou em cima da mesa as potencialidades do concelho a que preside e da região em que se insere, apelando, assim, aos privados e ao Governo para que olhem para os municípios menos povoados, "na perspetiva de investirem lá o que foi investido noutros lados", caso contrário, concretiza, "dificilmente vamos aproximar-nos de outras realidades", não por falta de potencialidade mas por falta de meios.

Carlos Carvalho assume que num concelho com características e potencialidades únicas, principalmente ao nível do Turismo, é com dificuldade que se chega ao patamar das comunidades inteligentes sustentando que “aquilo que é a tecnologia e nós damos por adquirido, principalmente quem vive em densidades populacionais maiores, nos nossos casos temos enormes dificuldades. Se eu sair um dia de manhã e regressar ao final do dia, passo por inúmeros sítios onde há dificuldade de ter rede de telemóvel. Temos obstáculos que noutros locais nem se colocam”.

O conceito de cidade inteligente – smart city - diz respeito às cidades onde são implementadas políticas urbanas que melhorem a qualidade de vida, recorrendo às tecnologias de informação e comunicação. Em Portugal, se o conceito já começa a fazer parte da agenda dos governantes - e a adoção de medidas "inteligentes", sobretudo na mobilidade, já proliferam nos grandes municípios -, há concelhos de menor dimensão que vivem numa luta pelo investimento privado e público, para conseguirem modernizar-se, atrair turistas e fixar população através da tecnologia e conhecimento. As dificuldades, efectivamente, existem mas com determinação o caminho está a ser trilhado em diversas áreas de intervenção, nomeadamente ao nível da competitividade económica, mobilidade, sustentabilidade ambiental e qualidade de vida dos cidadãos.

https://www.jn.pt/…/cidades-pequenas-nao-conseguem-ser-inte…

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